Em 17 de julho de 2015, a Forbes publicou o artigo “The Sharing Economy: Why It Works And How To Join”, destacando por que o modelo de economia compartilhada funciona: aproveitamento de recursos subutilizados, sustentabilidade, digitalização, confiança e conectividade entre pessoas e empresas.
Hoje, quase uma década depois, muitos dos princípios apontados pela Forbes se confirmaram. Modelos como a permuta multilateral seguem esses preceitos — transformando ociosidade em oportunidade, otimizando ativos, e conectando empresas por redes colaborativas.
O que a Forbes identificou em 2015
-
A economia compartilhada funciona porque permite que consumidores utilizem bens ou serviços quando necessário, sem ter que comprá-los “só por precaução”. Forbes
-
Modelos como Uber, Airbnb e outras plataformas digitais foram citados como exemplares do que estava crescendo rapidamente. Forbes
-
A Forbes citou estimativas da PwC de que cinco setores da economia compartilhada poderiam gerar cerca de US$ 335 bilhões em receita até 2025. Forbes
O que mudou desde então (global e Brasil)
| Aspecto | Situação em 2015 | Tendência atual |
|---|---|---|
| Digitalização & plataformas | Em crescimento inicial; muitas startups nascendo. (Forbes) (Forbes) | Aceleração de modelos digitais, adoção de plataformas robustas, uso de dados e automação. CEOs brasileiros relatam necessidade de reinventar modelos de negócio. (PwC) |
| Economia colaborativa no Brasil | Princípios debatidos; mercados emergentes. | Pequenos negócios brasileiros já incorporam a economia colaborativa como alternativa de negócio. Segundo o Sebrae, “economia colaborativa é oportunidade para os pequenos negócios” (Sebrae). |
| Sustentabilidade e economia circular | Citados como parte da motivação — usar menos, desperdiçar menos. (Forbes) (Forbes) | Mais de 32,7% dos pequenos empresários no Brasil já adotam práticas da economia circular; entretanto, apenas ~ 16,5% afirmam compreender bem o conceito. (ASN Brasil) |
Como a permuta multilateral incorpora esses princípios
-
Aproveitamento de recursos subutilizados: Permuta multilateral ajuda empresas a usar ativos ou capacidade ociosa que de outra forma ficariam parados, reduzindo desperdícios.
-
Estruturas digitais e confiança: Plataformas que registram transações, geram reputação, controle e garantias respondem exatamente ao que Forbes vislumbrou como necessário para “entrar” nessa economia.
-
Acesso mais amplo: Assim como a economia compartilhada permite que consumidores usem algo quando precisam (em vez de comprar), permuta multilateral permite que empresas acessem serviços ou produtos usando créditos em vez de desembolsos diretos.
Barreiras identificadas e como superá-las
| Desafio | Como a permuta multilateral/Trokz pode mitigar |
|---|---|
| Falta de confiança / reputação | Utilização de avaliações, garantias, contratos claros e audibilidade das transações. |
| Desconhecimento ou compreensão baixa | Educação, conteúdo de apoio, cases práticos, manuais ou workshops (algo que Sebrae e outras organizações apoiam). |
| Logística e complexidade de contabilidade | Sistemas de registro, tecnologia integrada, automatização, suporte legal. |
| Regulação / formalização | Garantir que transações sejam registradas, cumprimento fiscal, adequação legal (uso de contratos digitais, etc.). |
Aplicação prática no Brasil / O papel da TROKZ
A TROKZ pode (e deve) se posicionar como ponte entre aquilo que Forbes projetou em 2015 e a realidade brasileira, oferecendo:
-
Plataforma que integra empresas para trocar bens/serviços via créditos, com regras claras.
-
Ferramentas de segurança e reputação.
-
Educação para empresas entenderem como participar: guia de onboarding, exemplos práticos.
-
Foco em eficiência operacional e uso de ativos ociosos — setores de serviços, manufatura, comércio têm muito a ganhar.
Conclusão
O artigo da Forbes de 2015 continua relevante: muitos dos conceitos aí previstos são hoje realidade ou bastante próximos disso. A permuta multilateral representa a evolução natural do que se discutia: um modelo que vai além de trocas pontuais, que valoriza a colaboração, a eficiência e o uso inteligente de recursos.
Para as empresas que quiserem colher esses benefícios, o momento é agora — e modelos como o da Trokz estão prontos para essa revolução.